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POESIA - A ARTE DE EROS?
A pergunta primordial é: O que é que a poesia quer dizer e não diz abertamente? Por que ela é assim, por que não se entrega por inteira? Tempos atrás escrevi um outro texto: Quem tem medo da poesia? - que fazia uma pergunta igual a esta. O tempo passa e o enigma se torna ainda mais insondável. Pesquisando Lacan encontrei a Erotologia que, de modo geral, é o estudo filosófico, literário, cultural e simbólico de Eros - esse deus grego que habita o mundo e as cabeças dos poeta
FREDERICO SPENCER
há 24 horas2 min de leitura


POESIA E A ESTRUTURA DO SER
A relação entre poesia e psicanálise não se estabelece apenas no nível da palavra, mas também no modo de funcionamento da linguagem, penso eu, porque ambas operam a partir de um ponto de fratura do sentido, onde a palavra deixa de ser mero veículo de representação para tornar-se ato. Nesse sentido, a poesia não é simplesmente ornamento do discurso, assim como a interpretação analítica não é explicação do sintoma: ambas produzem efeitos ao incidir sobre a estrutura do ser. Na
FREDERICO SPENCER
20 de jan.3 min de leitura


Poesia e Psicanálise: onde se tocam
Por Frederico Spencer Na poesia, a metáfora rompe a cadeia habitual do sentido da palavra para instaurar um novo campo simbólico, requalificando-a. Nesse processo, ela não apenas representa algo: dá suporte ao próprio ato de criação do poeta. Ao ressignificar uma palavra, a metáfora desloca o campo do real e faz emergir a multiplicidade de sentidos de cada signo, agregando densidade ao verso. Nesse sentido, a metáfora é um ato de linguagem — não um mero ornamento destinado a
FREDERICO SPENCER
6 de jan.2 min de leitura


ensaio sobre um destino
Por Naedie Jorge A Vila Brasil, era só um destino, é um belo poema que trabalha com uma estrutura poética muito rica, tanto na forma como no conteúdo, seu contexto é marcado por imagens de ferro, pedra e vapor, que o remete à modernidade industrial e à memória das ferrovias que tanto marcaram a vida de muitos nordestinos, que partiram de suas cidades para ganhar o pão de cada dia em outros destinos. A cadência dos versos curtos cria um ritmo de trilhos, como se o poema se
FREDERICO SPENCER
5 de nov. de 20253 min de leitura
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